http://nandabalieiro.org/blog
Meu novo blog... tudo foi pra lá agora!!!
Espero vocês lá!
Fer
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Olha meu novo celular aí do lado. Novinho, apesar de ter sido do Pê, é super novinho, faz pouco tempo que ele comprou e como meu celular deu pau no visor, ele comprou outro pra ele e me deu esse.
Eu não concordei muito não. Ele nem terminou de pagar e comprou um celular "painha" pra ele. Acho que ele vai se arrepender de ter me dado, mas tudo bem, se ele se arrepender eu devolvo.
Eu nem fazia questão, mas já que ganhei estou feliz por isso. É lindo. Tem um "visorzão", toca mp3, tem 512mb de memória, faz vídeos, enfim, tudo de bom.
Estou de férias mas hoje fui trabalhar. Sabe que prefiro trabalhar do que ficar em casa fazendo serviços "domésticos". Afff, ninguém merece!!
Mas tudo bem. Amanhã é sexta feira e eu quero experimentar a nova Skol Lemon. Está me dando lombriga. Me disseram que é muito boa. Quero provar, né??
Cyall.
P.S. Vi no site da Tata e achei muito legal. Claro, fiz um pra mim. Tá ali do lado. No menu "SABORES". Quem quiser um também é só visitar o WidGetBox. Eu sempre visitando e copiando as idéias da Tata. Mas ela falou que quem gostasse podia fazer um também. E eu mais do que depressa fiz, né???
Bjos all.
Para saber mais sobre o meu projeto: 101 em 1001
de quebra veio a cama..
Que delícia. Colchão novo, novas noites dormidas. Vocês não tem noção do estado que estava meu colchão, se é que aquilo podia ser chamado de colchão. Eu até estranhei na primeira noite que dormi, não afundou (rssss). Como eue mami fomos na cidade pra comprar um tanquinho pro apê da mariana (irmã), que foi junto também, mami precisava de um colchão e aproveitei e comprei uma cama. Tem até lugarzinho em cima para por meus books. Com o tempo foi arrumando meu quarto para ser só meu. Apesar do apê da Mariana já estar todo montado, ela ainda está dormindo algumas noites em casa. Ultimamente várias noites. Mas logo logo ela vai "banar".
Estou meio devagar para cumprir minhas metas ultimamente, mas quando eu volto, volto com tudo.
Esses últimos tempos e eu o Pê temos devorado os episódios da 2ª temporada de LOST. Muiiiito bom. Eu não assisti quando passou na globo, a primeira temporada. O amigo do Pê que baixou e passou pra gente, e agora estamos viciados, literalmente.
Por isso, mudei uma de minhas tarefas. Ao invés de comprar o Box do Chico Buarque, vou comprar o box das temporadas de LOST. Não que eu prefira LOST à Chico Buarque. É que foi lançado outro box. O 4º. E é muiiiito caro cada box, ou cada DVD, então pra não ser impossível realizar uma tarefa, mudei. Quem sabe quando eu estiver ganhando mais (é uma questão de necessidade, viu) eu volte essa meta aqui, né???
Se alguém tiver sobrando os Box do Chico, pode me dar de presente, ok?? (sonhooo, meu, sonho meu, eu faço tudo o que eu sonhar).
Tenham todos uma ótima semana. Beijos.
Para saber mais sobre o meu projeto: 101 em 1001


Qual é a imagem que você tem do Afeganistão? Se você tiver nascido nas décadas de 1960 e 1970 (como eu), provavelmente guarda apenas as lembranças de um país destruído pelas sucessivas guerras que abalaram o país depois da invasão russa no final dos anos 1970. Para você, como para mim, o Afeganistão nada mais é que apenas mais um país árabe conturbado pelo fanatismo religioso e por todas as suas repercussões e conseqüências. E porque pensamos dessa forma? Evidentemente por sermos ocidentais, nascidos num outro continente, em um país de características culturais completamente diferentes daquelas vigentes no Oriente e, mais especificamente ainda, completamente díspares das estruturas vigentes no mundo islâmico. É muito complicado para qualquer um de nós entender, mesmo que minimamente, as diferenças entre Sunitas e Xiitas, a posição da mulher no contexto árabe, o fervor religioso que mobiliza o surgimento de homens-bomba, as rixas e diferenças entre Israel e os países que professam sua fé em mesquitas ou mesmo o cotidiano e suas diferentes cores, roupas, alimentos, cheiros,...Mesmo quando nos debruçamos nos livros e investimos tempo e esforço no estudo da história, hábitos, dia a dia, trabalho, religião e qualquer outro aspecto marcante da cultura árabe corremos o risco de inferir, interpretar ou simplesmente pensar naqueles povos e regiões colocando como base de análise os nossos próprios contextos e realidades.



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